Principais divergências da Religião, Ciência e Ética

Todos sabem que a ciência é algo essencial para o ser humano, mas muitas das vezes, ela estipula os limites, ferindo assim,  as questões éticas e religiosas.

Como por exemplo, um ponto que é bastante questionado pela religião sobre a ciência é a clonagem, tido pela  ciência um grande passo para a humanidade, podendo através da mesma, curar doenças genéticas, ter a cura da leucemia e também algo bastante benéfico, que é salvar espécies em extinção. Entretanto a clonagem tem seu lado negativo, como envelhecimento precoce, e algo que não é descartado pela ciência, a criação de anomalias.   

Já a religião  tem para si, algo que é inviável, pois, para igreja católica, a vida, desde a fecundação, é algo divino. “A vida humana é um dom de Deus, só Ele é senhor da vida, nesse sentido ela reveste-se de um caráter sagrado. O mandamento bíblico não matarás é indicador dessa sacralidade, abrange a vida desde a fecundação até a morte natural. Não é permitido portanto, destruir um embrião para obter células tronco, como tampouco abreviar a vida de um ser humano para extrair órgãos para um transplante, a fim de salvar outra vida” afirma padre Monari.

A ciência e a ética, também não andam lado a lado, porque, há muitas situações que a ciência  acha correto, para ética não são, um caso é o aborto, que é ilegal no Brasil, exceto em duas situações: de estupro e de risco de vida materno. Mas será realmente correto  abortar uma vida, pelo motivo de estupro ? Deve ser bastante difícil carregar um filho fruto de estupro, mas será ético acabar com essa vida ? Essa é uma resposta muito pessoal.


Outra situação que envolve ética e ciência  é o suicídio assistido, que  ocorre quando uma pessoa, que não consegue concretizar sozinha sua intenção de morrer, solicita o auxílio de um outro indivíduo. Geralmente quem recorre a esse procedimento está com doença em situação severa, sem chances de vida. Seria um caso ético acabar com a vida de outro ser vivo para acabar com sofrimento? Para ciência é o lado mais correto.

“Há casos em que os remédios já não produzem mais efeito, a família gasta um dinheiro que não tem e, pior, o paciente não tem mais condições de viver, só de sofrer. Se não há uma solução médica ou científica, o suicídio assistido é a saída mais humana que existe”, afirma Cony.” É realmente o lado mais humano de se fazer nesses casos ? Também entra o lado religioso, que defende a morte natural.

NÃO SAIA AINDA. Você quer ser o primeiro a saber das grandes notícias? Se a resposta for SIM, salve nosso número 075 9 9879-7106 , e manda um OI no WhatsApp, tenha nossas notícias no seu WhatsApp de GRAÇA. Vai continuar mal informado?

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

6 + dezesseis =