Você tem um ídolo? Veja os casos mais de bizarros de idolatria

Ao falarmos que temos um ídolo logo estaremos afirmando que gostamos ou temos algum sentimento naquela pessoa, geralmente nós escolhemos pessoas famosa para idolatrar, isso está ligado ao fato de querermos ser aquela pessoa de vermos ela como alguém  muito importante, para nós o fato de ser fã nada mais é que admirar algo feito pelo outro indivíduo.

De certa forma o fanatismos é algo bom para os dois lados, mas sempre sabendo os seus limites, nunca se deve invadir o campo pessoal da outra, mas nem sempre esse limite é respeitado, em muitos casos o artista ou qualquer outro tipo de celebridade tem o direito de ir e vir subtraído, isso acontece quando os fãs fazem grande aglomeração em frente a sua residência ou edifício.
Muitas pessoas que se dizem fãs acabam fazendo atos de extrema loucura veja alguns casos que extrapolaram todos os limites de fanatismo.

Mudando de sexo para parecer com seu ídolo:

Foi o que Kody Hays, de 26 anos, fez para ficar idêntico a Britney Spears. Preso em um corpo de garoto, o rapaz gastou R$ 200 mil em uma cirurgia de mudança de sexo mais uma plástica completa. O problema? Ele resolveu se passar pela cantora em diversas situações, confundindo os paparazzi. O que será que a “princesinha do pop” achou disso?

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 O nível extremo do fanatismo:

Em 1980, Mark David Chapman, então com 25 anos, fez um plano para matar John Lennon. Obcecado pelo músico, ele começou a ter a ideia quando leu o livro “O Apanhador no Campo de Centeio&apos” de J.D. Salinger, alegando que, assim como o protagonista da história, odiava a falsidade e a blasfêmia contra Deus (certa vez, Lennon disse que os Beatles eram mais populares que Jesus). Na noite de 8 de dezembro daquele ano, Chapman disparou quatro tiros contra Lennon, em frente ao edifício que ele morava em Nova York, horas depois de ter pego um autógrafo. Lennon morreu, e em 1981, Chapman foi condenado à prisão perpétua. Aos 57 anos e preso até hoje, ele ainda luta, em vão, por sua liberdade.

Fanatismo no Brasil

No Brasil tivemos o caso com a modelo e apresentadora Ana Hickmann, que repercutiu em todo o país:
Por trás da arma calibre 38 apontada na direção de Hickmann, cujos disparos atingiram a assessora dela em um hotel da Zona Sul de Belo Horizonte, se impunha um fã obcecado – que acabou morto. Rodrigo Augusto de Pádua, de 30 anos, morava em Juiz de Fora e, segundo investigações da Polícia Civil de Minas Gerais, teria premeditado o ataque a Ana Hickmann, com quem fantasiava um relacionamento amoroso. O atentado resgatou debates quanto à delicada relação entre fãs e ídolos, fragilizada pela superexposição na era das redes sociais.
Ele dizia: “eu vim me acertar com você, vagabunda”, – o tempo todo falando que eu não prestava, era mentirosa, não correspondia ao amor dele -, descreveu Ana Hickmann em entrevista ao Domingo espetacular, da Rede Record.

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