Polícia Civil prende suspeito de matar idoso em Areia Branca

A polícia divulgou neste domingo (11) que prendeu o suspeito de matar um idoso no município de Areia Branca, distante 36 quilômetros de Aracaju. O homem de 28 anos foi preso na sexta-feira (9). Segundo a polícia, o suspeito atirou duas vezes na nuca do idoso. O crime aconteceu por volta das 22h do dia 9 de janeiro no Povoado Junco. Na época, o assassinato causou comoção e deixou em choque os moradores da região.




De acordo com a investigação da polícia, alguns filhos do agricultor estavam no circo instalado no povoado e o restante da família estava em casa dormindo. Conhecendo toda a rotina da família, que residia nas redondezas, o suspeito, com um rosto encoberto por uma camisa e armado com um revólver calibre 38, esperou que os filhos do idoso retornassem da diversão para rendê-los e então obrigá-los a pedir que o pai abrisse a porta da casa sem que houvesse gritos ou qualquer tipo de confusão.

Ainda segundo a investigação policial, a ideia do suspeito era roubar celulares, um relógio e, sobretudo, o dinheiro que o agricultor tinha recebido naquele dia. De acordo com os investigadores, ele não esperava por uma reação da vítima que partiu para cima dele e arrancou o pano que encobria o rosto, sendo imediatamente reconhecido pela vítima. Nesse momento, consta nos autos que o idoso teria dito as últimas palavras “é você fio do cançu”.

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O suspeito não se intimidou e fugiu levando o que queria e a vítima ainda chegou a ser levada para o Hospital de Itabaiana, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

A prisão

No dia seguinte, policiais civis de Areia Branca iniciaram as investigações e perceberam o medo das pessoas e a falta de colaboração da comunidade. Somente após um trabalho intensivo de investigação foi possível chegar ao suspeito, que sumiu de Areia Branca, retornado ao município somente há alguns dias.

O suspeito foi localizado em casa e no momento da prisão, os policiais apreenderam com ele uma espingarda calibre 36, dois canos de descarga de motocicleta e várias ferramentas usadas em oficinas mecânicas. Consta nos autos que ele agiu com um comparsa, que ainda está sendo investigada pela Polícia Civil.




No interrogatório, o suspeito demonstrou frieza e negou a autoria do crime, mesmo diante de provas evidentes da materialidade do delito. Além de latrocínio, ele vai responder ainda pelo crime de posse ilegal de arma de fogo e ainda está sendo investigado por outros crimes ocorridos no município, especialmente roubos de chácaras, casas e pessoas na zona rural do município.

Fonte: G1-Sergipe

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