“Há sete palmos no chão”, por que usa-se esse numero para enterrar pessoas?

Você já se perguntou ou se deparou com essa pergunta. Por que os mortos são enterrados há sete palmos?

Essa é uma das perguntas que muitas pessoas não conseguem responder.
O ditado “há sete palmos no chão”, é tão popular e presente na sociedade, que as vezes se torna imperceptível e rotineiro.

Sem mais delongas, esse termo ou ditado é mais antigo do que você imagina, teve origem na Inglaterra, em meados de 1800, após o período que a peste negra (bubónica) se alastrava na Europa, a gravidade foi imensa, por semana morriam cerca de 8.000 mil pessoas. Por temerem a epidemia, foi estabelecida uma nova regra para os cemitérios, que era justamente a profundidade entre a terra e o corpo, “os 7 palmos”. Logo após o fim da peste negra, a norma foi suspensa e assim começaram a enterrarem os mortos mais próximos da superfície.

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No entanto, cadáveres começaram a sumir repentinamente dos túmulos, após um determinado tempo descobriram, que os mesmos estavam sendo vendidos para estudos para universidades, diante desses fatores e a proximidade do cadáver com a superfície, o governo da época foi obrigado a retomar a lei dos 2 metros de profundidades, criada na época em a doença se espalhava.

A regra de enterrar as vítimas há 6 pés de profundidade ou sete palmos, algo em torno de 1,80 metros, também foi imposta por outro fator de determinada importância, os animais, e principalmente os cachorros. Se a regra fosse usada eles não conseguiriam ter acesso fácil aos defuntos e com isso não contaminavam mais pessoas.
A medida varia dependendo de onde será aplicada. No Brasil é em torno 1,30 e 1,60 metros, dependendo do estado ou do município.

Entenderam o porquê do termo “há sete palmos no chão”, ?

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