Tecnologia: Ciberativismo, saiba o que é, e quais atitudes adotar.

Com a ascensão da tecnologia, novas formas de protestos surgiram, como as redes sócias. A Primavera Árabe, em 2011, foi amplamente favorecida pelos avanços tecnológicos. Todo o mundo, por meio da internet, contribuiu com os protestos em prol da democracia em diversos países árabes. Sendo assim, nos dias atuais, o ciberativismo não é somente útil, mas uma ferramenta necessária.

Primeiramente, o ciberativismo foi se destacando ao mesmo tempo que novas formas de se expressar surgiram. As redes sociais são uma dessas. Dessa forma, o compartilhamento de uma informação, além de mais rápido, alcança mais regiões e motiva mais pessoas. Como resultado, as pessoas começaram a se manifestar virtualmente por diversos motivos, e funcionou. Portando, a utilização das redes sociais é útil para mostrar indignação e alertar outras pessoas que compartilham da mesma opinião, não sendo concentrada em uma única região.

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Não obstante, como dito por Zygmunt Bauman: “As redes são muito úteis, oferecem serviços muito prazerosos, mas são uma armadilha”. Bauman é cético sobre o ciberativismo e acredita que a internet pode ser usada para enganar ou se aproveitar. Tendo em vista isso, existem grupos ativistas, também chamados de “hackers”, como os “Anonymous”, que lutam por ideologias praticando ataques cibernéticos a instituições do Governo ou roubando dados, que posteriormente são divulgados em sites como o “WikiLeaks”. Um recente ativista foi o Edward Snowden, que divulgou arquivos confidenciais de vigilância da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA).

O ciberativismo vem crescendo e causando impactos na sociedade, não podendo ser deixado de lado. Por isso, o Governo deve se preocupar com futuras manifestações, tornando-se mais transparente à sociedade e ouvindo sugestões da mesma. Par isso, o Ministérios da Educação deve proporcionar palestras nas escolas, promovendo debates e engajamento social, deixando os alunos livres para formar opiniões. Além disso, deve se preocupar com a segurança de dados e, junto a empresas especializadas, aumentar a defesa contra ataques cibernéticos. Só assim teremos o verdadeiro direito de protesto, seja qual for o meio.

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